Preços sem rodeios
Quanto custa um site em Portugal?
Resposta curta: em Portugal, um site institucional feito por profissionais custa normalmente entre 300€ e 3.000€. A diferença entre as duas pontas não é quase nunca a qualidade do site — é o tamanho da estrutura que o produz. Esta página explica onde é que o dinheiro vai parar, quais são os custos que só aparecem depois de assinares, e como decidir sem dar um tiro no escuro.
Os quatro caminhos, e o que custa cada um
Quando decides ter um site, tens quatro opções reais. Todas funcionam para alguém. O erro é escolher a errada para o teu caso.
Opção 1
Fazer tu mesmo num construtor
Wix, Squarespace, WordPress.com e afins. O software é acessível, mas pagas uma mensalidade para sempre e o trabalho de design é teu. Na prática, a maior parte das pessoas desiste a meio ou publica algo que não transmite confiança. Custa-te pouco dinheiro e muitas horas.
Opção 2
Freelancer
Preços muito variáveis, tipicamente dos 250€ aos 1.200€. É onde estão as melhores relações preço-qualidade do mercado e também os piores sustos. Tudo depende de conseguires avaliar o trabalho de alguém antes de pagar.
Opção 3
Agência
Normalmente dos 1.500€ aos 3.000€ ou mais para um site institucional. Recebes processo, equipa e acompanhamento. Pagas também escritório, comerciais, gestor de projeto e reuniões. Para uma PME pequena, boa parte desse valor é estrutura que não te traz clientes.
Opção 4
O modelo que usamos
300€, pagamento único, entrega em 72h úteis, e só pagas depois de veres o site pronto. É possível porque não há a estrutura toda que encarece as outras opções — e não porque o site seja mais pobre.
Os custos que aparecem depois
O preço do site é só metade da conversa. Há três custos recorrentes que muita gente só descobre no segundo ano.
- —Domínio: entre 15€ e 25€ por ano, pago à entidade registadora. É inevitável e deve ficar registado em teu nome.
- —Alojamento: varia muito. Há sites que precisam de servidor pago, outros não.
- —Manutenção e atualizações: num WordPress, plugins e temas desatualizados são a principal porta de entrada para problemas de segurança. Ou tratas disso, ou pagas a alguém.
- —Mensalidade de plataforma: nos construtores, é para sempre. Deixas de pagar, o site desaparece.
É por isto que um site “barato” com mensalidade obrigatória pode sair mais caro ao fim de três anos do que um pagamento único.
O que faz o preço subir
Dois orçamentos para “um site” podem diferir dez vezes porque a palavra “site” não quer dizer a mesma coisa em ambos. Estes são os fatores que mais pesam: o número de páginas; a existência de loja online com pagamentos, stocks e faturação, que é outro campeonato; funcionalidades à medida como marcações, áreas reservadas ou integrações; a produção de textos e fotografias, que muitas vezes é orçamentada à parte; e o número de reuniões e de rondas de revisão, que é trabalho humano e é pago como tal. Quando comparares propostas, compara o que está dentro, não o número no fim.
Quanto custa aqui, sem letras pequenas
Site institucional: 300€, pagamento único. Com criação e otimização da página de Google incluída: 400€. Suporte opcional com gestão do domínio e até 5 alterações por mês: 12€/mês, e podes cancelar. Não há mensalidade obrigatória e não há extras a aparecer no fim.
Preços finais. IVA não aplicável — regime de isenção (art. 53.º do CIVA).
Vês o site pronto antes de pagares um cêntimo. Se não gostares, não pagas e o site é retirado. O detalhe completo do que está incluído está no nosso orçamento para criação de site.
Outros guias que ajudam a decidir
O preço é só uma parte da decisão. Se ainda estás a perceber se precisas de um site simples ou de uma loja online, o guia sobre site ou loja online compara os custos reais de vender pela internet e diz quando é que um catálogo simples chega.
Se a dúvida é a quem confiar o trabalho, o guia sobre agência ou freelancer para fazer o site mostra os preços e os prazos reais de cada opção, as quatro perguntas a fazer antes de assinar, e a terceira via que quase ninguém apresenta.
E porque o valor inicial não é o único que conta, vale a pena ver quanto custa manter um site ao fim de um ano — domínio, alojamento e manutenção, com números em vez de promessas. Se o teu negócio vive de clientes da zona, o guia sobre o Google Meu Negócio explica o que a ficha do Google faz, o que não faz, e porque funciona muito melhor com um site por trás.
O preço também não muda conforme o tipo de negócio. Um restaurante, um salão de cabeleireiro ou uma oficina pagam o mesmo, porque o trabalho técnico é o mesmo — o que muda é o que fica em destaque na página. Se quiseres ver isso aplicado a um caso concreto, o detalhe está nas páginas sobre criação de sites para cabeleireiros e criação de sites para restaurantes.
E se a dúvida é entre fazer tu mesmo num construtor, o guia Webnode ou Wix compara as duas plataformas mais usadas em Portugal, com a conta feita ao fim de dois anos e sem links de afiliado.
Perguntas frequentes sobre o preço de um site
Um site de 300€ é pior do que um de 2.000€?+
Não necessariamente. O que distingue os dois é quase sempre a estrutura que produz o site, não o site em si. Um site institucional de cinco páginas é o mesmo trabalho técnico feito na garagem ou num escritório com vinte pessoas — só que no segundo caso pagas o escritório. O que deves comparar é o resultado: vê sites que a pessoa já entregou e decide por aí.
Posso fazer o meu site de graça?+
Podes, nos planos gratuitos dos construtores. Ficas com publicidade da plataforma, um endereço do tipo onome.wixsite.com e um limite de funcionalidades. Para um passatempo chega. Para um negócio que quer ser levado a sério, o endereço próprio faz diferença na primeira impressão.
Quanto custa manter um site por ano?+
No modelo de pagamento único, o custo obrigatório é só o domínio: entre 15€ e 25€ por ano. Se quiseres que alguém trate das atualizações por ti, há o suporte opcional de 12€/mês. Em plataformas com mensalidade, conta com um valor fixo todos os meses, para sempre.
Porque é que os orçamentos variam tanto para o mesmo pedido?+
Porque raramente estão a orçamentar a mesma coisa. Um inclui textos e fotografias, outro assume que és tu a fornecer tudo; um conta três reuniões, outro nenhuma; um faz cinco páginas, outro doze. Pede sempre a lista do que está incluído antes de comparares números.
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