Cabeleireiros e salões
Criação de sites para cabeleireiros
Trabalhamos com cabeleireiros, barbearias e salões de beleza em todo o país. O processo é 100% à distância, por email e WhatsApp, e é exatamente isso que permite entregar em 72h úteis sem o preço de uma agência. O valor está aqui na página, à vista: 300€, pagamento único.
Quanto custa um site para um cabeleireiro?
Pede uma proposta a uma agência e o número que aparece anda tipicamente entre os 800€ e os 2.500€. A maior parte desse valor não é o site: é a estrutura por trás — escritório, comerciais, reuniões de apresentação e horas de coordenação que alguém tem de pagar. Num salão, onde a margem por corte é apertada e o dinheiro está nas cadeiras e no produto, esse número é lido e arrumado na gaveta.
Aqui o valor é 300€, pagamento único, porque essa estrutura não existe. Se também quiseres a presença no Google Maps, o pacote de 400€ inclui a criação e otimização da tua página de Google Business Profile — fundamental para quem trabalha por zona, porque é no Google Maps que as pessoas procuram 'cabeleireiro perto de mim'. E há um suporte opcional de 12€/mês, para quem prefere ter a tabela de preços e os horários sempre atualizados sem trabalho nenhum. Não há mensalidade obrigatória, não há contrato de fidelização e não há extras a aparecer no fim.
Queres o detalhe completo? Vê o nosso orçamento para criação de site, com tudo o que está incluído.
Preços finais. IVA não aplicável — regime de isenção (art. 53.º do CIVA).
O que está incluído
- —Site feito à medida do salão, sem templates
- —Tabela de serviços e preços, fácil de ler no telemóvel
- —Galeria de fotografias de trabalhos, antes e depois
- —Marcação por WhatsApp com um toque
- —Horários, morada e mapa sempre visíveis
- —Apresentação da equipa e do espaço
- —Páginas legais: Privacidade, Cookies e RGPD
- —Otimização técnica para velocidade e para o Google
- —Entrega em 72h úteis
- —O site é 100% teu
O que deve ter o site de um cabeleireiro
Há uma diferença entre um site bonito e um site que enche cadeiras. Num salão, quem chega ao site traz três perguntas na cabeça — quanto custa, onde fica e quando é que pode ir — e sai se não as responderes depressa. Tudo o que construímos parte daí.
Fotografias de trabalhos teus, não de banco de imagens. É o que decide. Ninguém marca num salão pela descrição; marca porque viu um corte ou uma cor de que gostou e pensou "quero aquilo". Fotografias genéricas de modelos americanas fazem o efeito contrário: dizem que não há trabalho próprio para mostrar. As do telemóvel servem perfeitamente, desde que tenham luz.
Tabela de preços visível, sem ter de perguntar. Esconder o preço não protege ninguém — só empurra a pessoa para o salão ao lado que o mostra. Quem procura o valor de um corte já está quase decidido e só quer confirmar que cabe no que pensava gastar.
Marcação a um toque. A maior parte das pessoas vê o site no telemóvel, muitas vezes à noite, quando já ninguém atende o telefone. Um botão de WhatsApp que abre a conversa com a mensagem já escrita apanha essa marcação; um formulário de contacto com seis campos perde-a.
Horário, morada e mapa sempre à vista. Parece óbvio e é o que falta mais vezes. Se a pessoa tiver de procurar onde ficas, não procura.
Rápido no telemóvel. Um site que demora quatro segundos a abrir perde metade de quem lá chega, por melhores que sejam as fotografias. Tratamos disso do lado técnico, para que não tenhas de pensar nisso.
Se ainda estás a comparar valores de mercado antes de decidir, o guia sobre quanto custa um site em Portugal explica onde é que o dinheiro vai parar nas outras opções.
Fotografias e tabela de preços: as duas coisas que atrasam o site de um salão
Quase nenhum salão adia o site por causa do preço. Adia por causa de duas coisas práticas: não ter fotografias que ache suficientemente boas e não saber como pôr uma tabela de preços quando os valores mudam de cabeça para cabeça. Vale a pena resolver as duas aqui, porque nenhuma delas é tão complicada como parece.
Não precisas de fotógrafo. As fotografias do telemóvel chegam e, na maior parte dos casos, resultam melhor do que uma sessão profissional, porque mostram trabalho real em vez de um editorial. O que faz diferença não é a câmara, é a luz: tira junto a uma janela, de dia, com o flash desligado. Fotografa o cabelo já seco e acabado, de frente e de trás, e tenta ter sempre o mesmo fundo — uma parede lisa do salão serve. Oito a doze fotografias bem tiradas valem mais do que cinquenta tiradas à pressa. E tira-as na vertical, que é como os teus clientes vão ver o site.
Se neste momento não tiveres nada guardado, não é motivo para esperar. Começamos com o espaço, a equipa e a tabela de serviços, pomos o site no ar, e as fotografias de trabalhos entram depois, à medida que as fores tirando. Um site no ar sem galeria completa trabalha mais por ti do que um site perfeito que nunca chega a existir.
Preços que variam não são impedimento para os mostrar. É a objeção mais comum num salão: um corte num cabelo curto não dá o mesmo trabalho que uma coloração num cabelo pelos ombros, e por isso muita gente decide não pôr preço nenhum. É o pior dos dois mundos — quem está a comparar fecha a página e liga ao salão que mostrou o valor. A solução é simples: põe os três ou quatro serviços mais pedidos com o valor a partir de, e nos que dependem do comprimento mostra o intervalo com a razão à frente, do género coloração de 45€ a 75€, conforme o comprimento e a quantidade de produto. Uma frase a dizer que o valor final é confirmado antes de começar chega para proteger os casos fora do normal.
O que não funciona é a tabela com quarenta linhas que ninguém lê, nem o preços sob consulta. Entre um salão que diz 45€ a 75€ e outro que não diz nada, as pessoas escolhem o primeiro — mesmo quando acabam por pagar os 75€. Se quiseres ver como é que isto fica aplicado a um salão a sério, há exemplos no portefólio.
Sites para barbearias, salões de beleza e estética
Cabeleireiro, barbearia, salão de beleza, estética ou unhas: o preço é o mesmo — 300€, pagamento único, ou 400€ com a página de Google incluída. O que muda não é o trabalho, é o que fica em primeiro lugar na página. E isso muda porque a pergunta que a pessoa traz também é diferente.
Barbearia. Aqui quase tudo se decide no preço e na hora. Quem procura barbearia quer saber quanto custa o corte, quanto custa a barba, se está aberto agora e se pode aparecer sem marcar. Pomos a tabela de corte e barba logo acima da dobra, o horário real — incluindo o sábado, que é metade da semana num barbeiro — e o botão de WhatsApp com a mensagem já escrita. A galeria existe, mas é curta: três ou quatro cortes bem fotografados valem mais do que trinta.
Salão de beleza. A lista de serviços é maior e é aí que as pessoas se perdem. Em vez de um menu com quarenta linhas, agrupamos por tipo de serviço — cabelo, coloração, unhas, estética — com o preço ao lado de cada um. Quem chega a procurar madeixas não quer ler a secção das unhas. A apresentação da equipa pesa mais aqui do que numa barbearia, porque muita gente marca com uma pessoa, não com um salão.
Estética e unhas. O que decide é a fotografia do trabalho acabado e a confiança de que o espaço é limpo e profissional. Damos mais espaço à galeria, mostramos o espaço em si e deixamos claro o que está incluído em cada serviço — porque é o sítio onde mais aparecem surpresas no fim. A duração de cada tratamento também vai à tabela: quem tem uma hora de almoço precisa de saber se cabe.
Em todos os casos, o site é feito à medida do negócio e não um template com o nome por cima. E em todos eles, o que traz clientes novos é a combinação do site com a presença no mapa: vê o que faz sentido no guia sobre o Google Meu Negócio.
Já uso o Booksy, o Treatwell ou o Fresha. Preciso de site?
Muitos salões já têm a agenda numa plataforma de marcações e a pergunta aparece sempre: se já marco por ali, para que preciso de site? São coisas diferentes e vale a pena separá-las.
Uma plataforma de marcações é boa a tratar da agenda. Organiza horários, evita sobreposições, manda lembretes e poupa-te telefonemas. Nisso funciona bem e não há razão nenhuma para deixares de a usar.
O que ela não faz é trazer-te clientes que são teus. O perfil que tens lá dentro é uma ficha entre centenas, ordenada por critérios que não controlas, numa página onde o salão ao lado aparece logo a seguir ao teu — muitas vezes com uma promoção maior. Quem te encontra por ali encontra o salão ao lado com o mesmo clique. E quando a plataforma decide mudar a comissão, destacar quem paga mais ou simplesmente fechar a torneira do alcance, não tens para onde ir: a tua lista de clientes vive lá dentro.
Apareces no Google com o teu nome. O trabalho que fazes a subir nas pesquisas fica a render para ti, no teu endereço, e não dentro do domínio de outra empresa. Quem procura o teu salão pelo nome chega a uma página tua, não a uma ficha com concorrentes à volta.
Decides o que se vê. A tua tabela completa, as tuas fotografias, a tua equipa e o teu horário, sem ter de caber num formato igual para toda a gente. Numa plataforma, o teu salão é apresentado como a plataforma entende; no teu site, é apresentado como tu entendes.
Não há percentagem por marcação. Uma comissão por reserva parece pequena vista uma a uma e deixa de parecer quando se soma o ano inteiro. O site custa 300€ uma vez, pagamento único, e não leva percentagem de nada — nem da primeira marcação nem da centésima.
A forma que funciona melhor é ter os dois, com papéis separados: a plataforma trata da agenda de quem já é cliente, o site trata de quem ainda não te conhece e está a decidir. O botão de marcar fica bem visível no site e aponta para onde quiseres — para o WhatsApp ou para a tua plataforma de sempre. Não tens de escolher entre as duas coisas; o que te falta é um sítio que seja teu.
Como funciona a criação de sites para cabeleireiros
Não há reuniões, não há briefing de dez páginas e não há orçamento por hora. O processo é igual para todos os salões e está desenhado para te tirar o mínimo de tempo possível — porque o teu tempo está na cadeira, não a responder a emails.
Dia 0 — o que nos envias. Precisamos de três coisas: as fotografias dos teus trabalhos (as do telemóvel servem, desde que tenham luz), a tabela de serviços e preços tal como a tens afixada no salão, e os horários, morada e número de WhatsApp. Se tiveres logótipo, envia; se não tiveres, trabalhamos com o nome do salão. Nada disto precisa de estar bonito nem organizado: da apresentação tratamos nós.
Dias 1 a 3 — construímos. Montamos o site completo: página inicial com os teus trabalhos em destaque, tabela de preços legível no telemóvel, galeria de antes e depois, apresentação da equipa e do espaço, horários e mapa, e o botão de WhatsApp que abre a conversa já com a mensagem escrita. É um site feito à medida do salão, não um template com o teu nome por cima.
Dia 3 — vês o site pronto. Recebes o link e abres no telemóvel, que é onde os teus clientes o vão abrir. Vês tudo a funcionar: as fotografias, os preços, o botão de marcação. Só nessa altura decides.
Se gostares. Pagas os 300€ de uma vez, o site fica no ar com o teu domínio e passa a ser teu. Se tiveres escolhido o pacote de 400€, tratamos também da ficha de Google Business Profile, ligada ao site, para apareceres no Google Maps de quem procura cabeleireiro na tua zona.
Se não gostares. Não pagas nada e o site é retirado. Não há fatura, não há meio pagamento e não há conversa difícil. Construímos primeiro e mostramos depois precisamente para que a decisão seja fácil de tomar.
Depois da entrega, as alterações pontuais — um preço que muda, o horário de verão, fotografias novas — ficam cobertas pelo suporte opcional de 12€/mês. Quem prefere mexer sozinho também pode: o site é teu e não ficas preso a ninguém.
Porque é que os cabeleireiros escolhem trabalhar assim
Marcações sem telefonemas
O botão de WhatsApp abre a conversa já pronta a marcar. Quem está no telemóvel à procura de horário não telefona mais, escreve — e tu respondes quando podes, sem interromper o corte que tens na cadeira.
Risco zero
Vês o site pronto, com as fotografias dos teus trabalhos e a tabela de preços, antes de pagares um cêntimo. Se não te servir, não pagas.
Preço fechado
Sabes o valor antes sequer de falares connosco. Sem propostas vagas, sem orçamento por hora, sem surpresas na fatura.
As avaliações decidem entre dois salões parecidos
Quando duas pessoas procuram cabeleireiro na mesma rua, raramente escolhem pelo site mais bonito. Escolhem o salão que tem trinta avaliações e quatro vírgula oito, em vez do que tem três avaliações e cinco estrelas. Pode parecer injusto, mas é assim que funciona: as avaliações são a única coisa naquela página de resultados que não foste tu a escrever.
Isso tem duas consequências práticas. A primeira é que as avaliações pesam na ordem por que o Google mostra os salões no mapa — não são o único fator, mas são dos poucos que estão à vista de quem decide. A segunda, e mais importante, é que mesmo quando apareces em primeiro lugar, é o número de estrelas que decide se clicam em ti ou no que está logo por baixo.
Pedir avaliações é mais simples do que parece e não obriga a insistir. O momento certo é logo a seguir ao serviço, com a pessoa ainda na cadeira ou a pagar, quando está satisfeita com o resultado à frente do espelho. O erro comum é pedir por mensagem três dias depois, quando já ninguém se lembra do que sentiu. Um link direto para a tua ficha, enviado por WhatsApp ou num cartão com código QR ao lado da caixa, tira o atrito todo — a pessoa não tem de ir procurar o salão no Google.
O que não se faz: comprar avaliações, pedir a familiares que nunca lá puseram os pés, ou oferecer desconto em troca de estrelas. O Google deteta esses padrões e o resultado é pior do que não ter avaliação nenhuma.
Responder também conta, e é onde a maior parte dos salões falha. Responder a uma avaliação boa leva dez segundos e mostra a quem está a ler que há alguém do outro lado. Responder a uma má, com calma e sem discutir, vale ainda mais: quem lê avaliações sabe que nenhum salão tem só cinco estrelas, e o que anda mesmo a avaliar é como é que o salão reage quando alguma coisa corre menos bem.
O site entra aqui de duas maneiras. Dá à tua ficha do Google um endereço próprio a que se ligar, o que ajuda o Google a perceber que o negócio é real e não uma morada solta. E é onde quem vem do mapa confirma a decisão: vê os trabalhos, confirma os preços e o horário, e marca. Podes ver exemplos de sites que já entregámos no portefólio, e se ainda estás a decidir a quem confiar o trabalho, o guia sobre agência ou freelancer para fazer o site compara as duas opções com preços e prazos reais.
Quem procura cabeleireiro decide no telemóvel
A decisão de marcar faz-se em minutos, no telemóvel, quase sempre por zona: 'cabeleireiro perto de mim', 'barbearia em' com o nome da terra. Quem aparece com fotografias de trabalhos a sério, tabela de preços visível e horário claro ganha a marcação. E muitas vezes não é o melhor salão da zona — é o que está visível.
Antes de marcar, a pessoa olha para as fotografias de antes e depois, compara preços e confirma onde fica. Sem isso, desiste. Viver só do Instagram tem um limite: perdes o histórico sempre que mudas de conta, não controlas quem te vê e não há um sítio fixo onde alguém encontre o horário ou a morada. O site próprio junta tudo num lugar que é teu e que aparece no Google. E o pacote de 400€ liga o site à ficha de Google Maps, que é onde a maior parte destas pesquisas acaba.
O site não substitui as tuas mãos nem a sala. Serve para que quem ainda não te conhece chegue lá.
Perguntas frequentes sobre sites para cabeleireiros
Mostrar a tabela de preços no site afasta clientes?+
Pelo contrário. Quem liga a perguntar quanto custa um corte já está quase decidido; só quer confirmar. Se não encontrares o preço, procuras noutro lado. A tabela visível filtra quem não é o teu público e poupa-te o tempo das perguntas por telefone. O que interessa é que o valor esteja claro e que não haja surpresas quando a pessoa chega ao salão.
Já temos Instagram. Precisamos mesmo de site?+
O Instagram é ótimo para mostrar trabalhos, mas não é teu. O algoritmo decide quem vê, perdes o histórico sempre que a conta muda e não há um sítio fixo onde alguém encontre o horário, a morada ou a tabela de preços. O site é o teu: funciona sempre, aparece no Google e junta tudo num lugar que controlas — sem depender de ninguém.
Conseguem pôr as pessoas a marcar sozinhas?+
Sim. O botão de WhatsApp abre a conversa já com a intenção escrita — 'quero marcar um corte para esta semana', por exemplo. Não é um sistema rígido que obriga a escolher hora ao minuto; é a marcação com um toque, sem a barreira do telefonema. Se preferires um sistema de marcações mais completo, falamos disso caso a caso.
E se não gostarmos do resultado?+
Não pagas nada e o site é retirado. Construímos primeiro, mostramos e só depois decides. O risco é 100% nosso.
Quanto custa a criação de sites para cabeleireiros?+
300€, pagamento único, com tudo incluído: site à medida do salão, tabela de preços, galeria de trabalhos, marcação por WhatsApp e páginas legais. Com a página de Google Maps criada e otimizada são 400€. Depois disso não há mensalidade obrigatória — existe apenas o suporte opcional de 12€/mês, para quem prefere ter as atualizações tratadas. Os valores são finais e não há extras a aparecer no fim.
Quanto tempo demora a fazer o site de um salão?+
72 horas úteis a contar do momento em que recebemos as fotografias, a tabela de preços e os horários. O prazo é esse porque o processo é todo à distância e não há reuniões a atrasar o trabalho. Se os materiais chegarem numa segunda-feira, vês o site pronto na quinta.
Fazem sites para barbearias e salões de beleza, ou só para cabeleireiros?+
Fazemos para os três. Barbearia, salão de beleza, cabeleireiro de bairro ou estúdio de coloração — a estrutura do site é a mesma, muda o que se põe em destaque. Numa barbearia costuma ser o preço do corte e da barba e a rapidez da marcação; num salão de beleza, a lista de serviços é maior e a galeria pesa mais na decisão. O preço não muda com o tipo de salão: 300€, pagamento único, ou 400€ com a página de Google incluída.
O que deve ter o site de um cabeleireiro?+
Quatro coisas, por esta ordem: fotografias reais de trabalhos teus, a tabela de serviços e preços, o horário com a morada e um botão de marcação que funcione no telemóvel. Tudo o resto é extra. A pergunta que a pessoa traz quando chega ao site é sempre a mesma — quanto custa, onde fica, quando posso ir — e o site que responde às três em dez segundos ganha a marcação.
Quanto custa um site para uma barbearia?+
O mesmo que para qualquer salão: 300€, pagamento único, ou 400€ com a página de Google Maps criada e otimizada. Não há preço diferente por ser barbearia — o trabalho técnico é o mesmo e o que muda é o que fica em destaque. Numa barbearia costuma ser a tabela de corte e barba, o horário alargado e o botão de marcação; num cabeleireiro de senhora, a galeria de cores e trabalhos pesa mais. Em qualquer dos casos vês o site pronto antes de pagares, e se não gostares não pagas nada.
Como apareço no Google quando procuram cabeleireiro perto de mim?+
Essa pesquisa é resolvida sobretudo pelo Google Maps, não pelo site. Quem escreve 'cabeleireiro perto de mim' vê primeiro a caixa de mapas com três ou quatro salões, e quem lá está é quem tem a ficha de Google Business Profile preenchida, com fotografias, horário certo e avaliações. O site entra a seguir: é o que confirma a decisão e é o que o Google usa para perceber que o negócio é real. É por isso que o pacote de 400€ inclui a criação e otimização dessa ficha, ligada ao site. Se quiseres perceber melhor o que a ficha faz e o que não faz, explicámos isso no guia sobre o Google Meu Negócio.
Fazem sites para cabeleireiros em Lisboa, no Porto ou na minha zona?+
Fazemos em todo o país e o preço não muda com a distância: 300€, pagamento único, ou 400€ com a página de Google incluída. O processo é todo à distância, por email e WhatsApp, e é por isso que não há deslocações a pagar nem agendas a conciliar. Um salão em Lisboa, no Porto, em Torres Vedras ou numa vila do interior recebe exatamente o mesmo trabalho e o mesmo prazo de 72 horas úteis. A zona só conta mesmo num ponto, e esse é importante: a ficha de Google Maps é por morada e é ela que te põe à frente de quem procura cabeleireiro perto de si. Essa ficha é criada e otimizada no pacote de 400€, ligada ao site. Se quiseres ver exemplos mais próximos de ti, temos também páginas por zona com os concelhos onde já trabalhámos.
Quanto tempo demora até o site começar a trazer marcações?+
Vale a pena ser honesto: o site não enche a agenda na primeira semana. O que acontece logo nos primeiros dias é mais simples do que isso — quem já te conhece, e quem recebe o link por WhatsApp ou pelo Instagram, deixa de ligar a perguntar preços e passa a marcar direto. Esse efeito é imediato e é o que a maior parte dos salões nota primeiro. Chegar a quem ainda não te conhece é outra história e demora mais. Uma ficha de Google Maps bem feita costuma dar sinais em poucas semanas, porque as pesquisas por cabeleireiro perto de mim resolvem-se quase todas no mapa. O site a aparecer nas pesquisas normais leva tipicamente dois a quatro meses, porque o Google precisa de tempo para confiar num endereço novo. Quem te prometer primeira página em duas semanas está a vender-te outra coisa.
Posso manter o Booksy ou o Treatwell e ter site ao mesmo tempo?+
Podes e é o que recomendamos. As duas coisas não competem: a plataforma trata da agenda de quem já é teu cliente, o site trata de quem te está a descobrir agora. No site pomos o botão de marcação a apontar para onde preferires — para o WhatsApp ou diretamente para a tua plataforma de marcações. O que ganhas é deixar de depender só de um sítio que não é teu para apareceres.
O site serve para quem trabalha sozinho, em casa ou em cadeira alugada?+
Serve, e muitas vezes é onde faz mais diferença. Quem trabalha sozinho não tem montra na rua nem o nome de um salão conhecido a puxar clientes, por isso depende quase todo de quem o procura online. O preço é o mesmo — 300€, pagamento único, ou 400€ com a página de Google incluída — e a página fica com o teu nome, os teus trabalhos, os teus preços e a marcação por WhatsApp. Se trabalhas em casa ou em cadeira alugada e preferires não publicar a morada, mostramos apenas a zona onde atendes e combinamos o sítio exato na conversa.
As avaliações do Google ajudam o salão a aparecer mais acima nas pesquisas?+
Ajudam, sobretudo no mapa. Quando alguém escreve 'cabeleireiro perto de mim', o Google ordena a caixa de mapas por uma mistura de distância, relevância e notoriedade — e as avaliações entram na última. Mas o efeito maior nem é esse: é que, mesmo aparecendo em primeiro, um salão com três avaliações perde o clique para o que tem trinta. Vale mais ter trinta avaliações reais com quatro vírgula sete do que cinco perfeitas, porque as segundas não convencem ninguém.
Como peço avaliações aos clientes sem estar sempre a insistir?+
Pede uma vez só, no momento certo: logo a seguir ao serviço, enquanto a pessoa ainda está contente com o que vê ao espelho. O que faz a diferença é o atrito — se tiveres de explicar como se procura o salão no Google, a maior parte não vai lá. Com um link direto enviado por WhatsApp, ou um cartão com código QR ao lado da caixa, a coisa resolve-se em vinte segundos. Um pedido feito a dez clientes por semana, sem insistência nenhuma, dá mais de cem avaliações ao fim de um ano.
Preciso de fotografias profissionais para fazer o site do salão?+
Não. As fotografias do telemóvel chegam perfeitamente, desde que tenham luz natural e o flash esteja desligado. Fotografa junto a uma janela, de dia, com o cabelo já seco e acabado, e com o mesmo fundo em todas — uma parede lisa do salão serve. Oito a doze fotografias bem tiradas são mais do que suficientes para começar. E se neste momento não tiveres nenhuma, pomos o site no ar com o espaço, a equipa e a tabela de serviços, e a galeria vai crescendo depois.
Como ponho os preços no site se variam com o comprimento do cabelo?+
Com intervalos e com a razão à frente. Em vez de esconderes o valor, escreve 'coloração: 45€ a 75€, conforme o comprimento e a quantidade de produto', e acrescenta que o valor final é confirmado antes de começar. Nos serviços mais pedidos usa o 'a partir de'. Quem está a comparar salões prefere sempre um intervalo honesto a um 'preços sob consulta' — esse manda a pessoa para o salão ao lado.
Queres ver o teu site antes de decidir?
Preenche o formulário na página principal. Sem compromisso, sem pagamento adiantado.
Pedir o meu site