Comparação sem lado

Agência ou freelancer para fazer o site?

É a pergunta que aparece sempre a seguir ao primeiro orçamento. De um lado, uma agência com portefólio bonito e uma proposta de 2.500€. Do outro, um freelancer que faz o mesmo por 600€ e responde no próprio dia. A escolha não é entre caro e barato — é entre dois tipos de risco diferentes. Esta página diz-te qual é cada um, sem puxar a brasa a ninguém, e mostra-te uma terceira via que provavelmente ninguém te apresentou.

O que estás mesmo a comparar

Debaixo das palavras «agência» e «freelancer» cabem coisas muito diferentes. Antes de comparares preços, percebe qual destes quatro tens à tua frente — é isso que explica a diferença de zeros no orçamento.

Opção 1

Agência com equipa: 2.000€ a 8.000€

Tens gestor de projeto, designer, programador e alguém que escreve os textos. Para uma marca com várias linhas de produto e campanhas a sério, isso vale o dinheiro. Para um negócio local com sete páginas, estás a pagar a estrutura da agência — o escritório, as reuniões e o comercial que te vendeu o projeto — e não o site.

Opção 2

Estúdio pequeno: 1.000€ a 2.500€

Duas ou três pessoas, trabalho normalmente cuidado e um contacto direto com quem faz. É muitas vezes a melhor relação qualidade-preço do mercado tradicional. O problema costuma ser o calendário: se entraste na fila em outubro, o site é para janeiro.

Opção 3

Freelancer experiente: 600€ a 1.500€

Fala contigo sem intermediários, percebe do assunto e resolve num par de semanas. O risco não é a qualidade, é a dependência: é uma pessoa só. Se ficar doente, mudar de vida ou arranjar um cliente maior do que tu, o teu projeto passa para segundo plano e não tens a quem ligar.

Opção 4

Freelancer barato: 200€ a 500€

Aqui é onde a coisa se decide. Há quem trabalhe bem por este valor e há quem te entregue um template preenchido à pressa, sem otimização, sem textos pensados e sem ninguém para o manter. A diferença não se vê no preço nem no portefólio — vê-se no que acontece um mês depois de entregue.

As quatro perguntas que decidem

Esquece por um momento o preço e o portefólio. Estas são as perguntas cuja resposta separa um site que te dá clientes de um site que te dá arrependimento.

  • —Quem responde daqui a seis meses? Um site não acaba no dia da entrega. Vais precisar de mudar um preço, trocar uma foto, acrescentar um serviço. Pergunta quem faz isso, quanto custa e em quanto tempo — e mete a resposta por escrito.
  • —O domínio e o alojamento ficam em nome de quem? Se ficarem em nome de quem fez o site, não tens site: tens um site emprestado. Isto sozinho já prendeu muita empresa a fornecedores de que não gostava. O domínio é teu, sempre, e os acessos também.
  • —O que acontece se eu não gostar? Na maioria dos casos, já pagaste metade adiantado e a resposta é «fazemos alterações». Perguntar isto antes de assinar diz-te mais sobre o fornecedor do que uma hora de reunião.
  • —O prazo é um compromisso ou uma estimativa? Toda a gente diz «umas semanas». Pergunta a data concreta e o que a faz derrapar. Quem trabalha com processo responde na hora; quem improvisa muda de assunto.

A terceira opção que ninguém te apresenta

Há um caminho a meio que a maioria das pessoas não considera porque não sabe que existe: trabalho feito por uma pessoa, com o processo de uma empresa. É o que fazemos aqui. O site custa 300€, pagamento único, ou 400€ com a criação e a otimização da página de Google incluídas. Não há avença obrigatória, não há mensalidade escondida e não há um segundo orçamento a meio do projeto porque «apareceu uma coisa».

A parte que muda mesmo a conversa é outra: só pagas se gostares. Fazemos o site, mostramos-te o site, e só depois decides. Se não for aquilo que querias, não pagas nada e não ficas a dever nada. Isto elimina o risco que faz muita gente adiar a decisão durante meses — o de pagar 1.500€ adiantados a alguém que ainda não mostrou nada.

A entrega são 72 horas úteis a contar do momento em que temos os conteúdos, e o suporte é opcional, 12€ por mês, para quem prefere pedir as alterações por WhatsApp e não pensar mais no assunto. Quem não quiser suporte não fica sem site nem sem acessos: o domínio e tudo o resto estão em teu nome desde o primeiro dia.

Então, agência ou freelancer?

Se tens uma marca com várias linhas de negócio, campanhas pagas a correr e alguém interno a gerir marketing, uma agência faz sentido e o orçamento alto é justificado. Se és um negócio local — restaurante, clínica, cabeleireiro, oficina, loja — e o que precisas é de um site que apareça no Google, mostre o que fazes e traga telefonemas, a agência é dinheiro a mais para o mesmo resultado. Nesse caso a escolha real é entre um bom freelancer e uma solução como a nossa, e aí o que decide é o risco: quanto estás disposto a pagar antes de veres o resultado.

Podes ver os valores e o que está incluído no nosso orçamento para criação de site. Para comparares com os preços de mercado, lê quanto custa um site em Portugal, e se o que te preocupa é o prazo, vê quanto tempo demora a fazer um site.

Perguntas frequentes sobre agências e freelancers

Um freelancer barato faz o mesmo que uma agência?+

Às vezes faz, e com o mesmo resultado prático para um negócio local. O que dificilmente tens é continuidade: se a pessoa desaparecer, o site fica sem ninguém. Por isso importa mais saber quem responde daqui a seis meses do que comparar portefólios.

Vocês são agência ou freelancer?+

Nem uma coisa nem outra, e é essa a ideia. Não temos a estrutura de uma agência a pesar no preço, mas temos processo, prazo fixo e suporte contínuo — que é o que costuma faltar quando se contrata um freelancer solto.

Porque é que um site vosso custa 300€ e uma agência pede 2.500€?+

Porque o que se paga numa agência não é só o site: é o gestor de projeto, as reuniões, o comercial e o escritório. Usamos uma estrutura já testada em vez de desenhar tudo do zero e trabalhamos com ferramentas modernas. O site final faz o mesmo trabalho para um negócio local.

E se mais tarde eu quiser mudar de fornecedor?+

Podes, sem drama. O domínio e os acessos estão em teu nome desde o início e o site é teu. Não trabalhamos com contratos de fidelização — se quiseres sair, sais, e nada deixa de funcionar.

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Fazemos-te o site e só pagas se gostares. Sem adiantamento, sem compromisso.

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