A checklist
O que deve ter o site de uma empresa
Há uma diferença grande entre ter um site e ter um site que trabalha. A maior parte das páginas de empresa em Portugal falha nas mesmas coisas — não dizem ao que vêm nos primeiros três segundos, escondem o preço, obrigam a procurar o contacto e demoram uma eternidade a abrir no telemóvel. Esta página é a checklist do que não pode faltar, o que podes ignorar à vontade, e um teste simples para perceberes se o site que já tens está a deixar clientes pelo caminho.
As oito coisas que não podem faltar
Não é uma lista de funcionalidades bonitas. É o mínimo para que alguém que chega ao teu site por acaso perceba o que fazes, confie em ti e saiba como te contactar. Falhar um destes pontos custa clientes todos os meses, em silêncio.
Ponto 1
Uma frase que diga o que fazes e para quem
Quem chega ao teu site tem três segundos de paciência. Se o que está em cima for 'Bem-vindos ao nosso espaço', perdeste-o. Escreve o que fazes, para quem, e onde: 'Canalizações e remodelações de casas de banho em Torres Vedras'. Parece pouco criativo e é exatamente por isso que funciona.
Ponto 2
O preço, ou pelo menos a ordem de grandeza
Esconder o valor não protege ninguém: manda a pessoa para o concorrente que o mostra. Se os teus serviços variam, usa intervalos ou 'a partir de', e diz que o valor final é confirmado antes de começar. Quem procura preço já está quase decidido — só quer confirmar que cabe no que pensava gastar.
Ponto 3
Uma forma de te contactarem em dois toques
Número de telefone clicável, botão de WhatsApp e, se quiseres, um formulário curto. Curto a sério: nome, contacto e uma linha. Cada campo extra que acrescentas tira pedidos. E põe o contacto em todas as páginas, não só numa página 'Contactos' que ninguém procura.
Ponto 4
Prova de que o trabalho existe
Fotografias de trabalhos teus, não de banco de imagens. Um banco de imagens diz à pessoa que não tens nada para mostrar. Junta duas ou três avaliações reais, com o nome de quem as escreveu. Vale mais uma fotografia tirada com o telemóvel num dia de sol do que o portefólio mais bonito que não é teu.
Ponto 5
Quem está do outro lado
Uma fotografia tua e três linhas a dizer quem és e há quanto tempo fazes isto. É a parte que quase toda a gente salta e é das que mais pesa em serviços, sobretudo quando o cliente te vai deixar entrar em casa ou confiar-te dinheiro. Uma empresa sem cara parece-se demasiado com uma empresa que não existe.
Ponto 6
Abrir depressa no telemóvel
A maioria das visitas vem de telemóvel, muitas vezes com rede fraca. Um site que demora quatro segundos a abrir perde metade de quem lá chega, por melhor que seja o resto. Isto resolve-se do lado técnico, com imagens tratadas e sem dez plugins a correr por trás — não é algo que tenhas de gerir.
Ponto 7
As páginas legais
Política de privacidade, política de cookies e termos. Não trazem um único cliente, mas a sua ausência é uma coima à espera de acontecer e uma marca de amadorismo para quem repara. São rápidas de fazer e ficam feitas de uma vez.
Ponto 8
Os sinais básicos para o Google
Um título e uma descrição próprios em cada página, endereços legíveis, um mapa do site e a ficha de Google Business Profile ligada ao site. Não é SEO avançado nem precisa de ser caro: é o mínimo para o Google perceber o que é cada página. Sem isto, o melhor site do mundo fica invisível.
O que não precisas (e que te vão tentar vender)
Há uma lista inteira de coisas que aparecem em propostas de agência e que, num negócio pequeno, não mudam nada. Um carrossel gigante na entrada com três mensagens a passar — ninguém espera pela segunda. Animações elaboradas que atrasam o carregamento. Uma área de cliente com login que nunca ninguém vai usar. Um chat automático que responde ao lado e irrita mais do que ajuda.
O blogue é o caso mais caro de todos. Um blogue funciona muito bem quando alguém escreve nele com regularidade durante meses; quando fica com três artigos de 2023, diz ao visitante que a empresa está parada. Se não tens a certeza de que vais escrever, é melhor não ter.
E depois há a loja online. Se não vendes produtos físicos com stock, um carrinho de compras só acrescenta trabalho, custos e pontos de avaria. Se não tens a certeza de qual dos dois precisas, lê o guia sobre site ou loja online antes de decidires.
O teste dos dez segundos
Há uma forma rápida de saber se o site que já tens está a funcionar. Dá o endereço a alguém que não conheça o teu negócio, de telemóvel, e cronometra dez segundos. Depois pergunta três coisas: o que é que esta empresa faz, quanto custa mais ou menos, e como é que lhes falas. Se a pessoa falhar uma das três, o site está a perder clientes — e não é por falta de design.
Se chegaste aqui porque estás a pensar mandar fazer um site de raiz, o nosso custa 300€ de pagamento único, com tudo o que está nesta checklist incluído, e entregamos em 72h úteis. Com a página de Google criada e otimizada são 400€, que para um negócio local costuma trazer mais telefonemas do que o próprio site. Há um suporte opcional de 12€/mês para quem prefere mandar uma mensagem em vez de ir mexer no site, mas não é obrigatório e o site é teu de qualquer maneira. Podes ver o detalhe completo no orçamento para criação de site, comparar com os valores de mercado em quanto custa um site em Portugal, ou voltar à página principal e pedir o teu.
A parte que interessa é a mesma de sempre: fazemos o site, mostramos, e só pagas se gostares.
Preços finais. IVA não aplicável — regime de isenção (art. 53.º do CIVA).
Perguntas frequentes sobre o site de uma empresa
Quantas páginas deve ter o site de uma empresa?+
Menos do que pensas. Para a maior parte dos negócios de serviços, uma página bem construída chega — com os serviços, os preços, os trabalhos, quem és e o contacto, por essa ordem. Páginas separadas só fazem sentido quando há mesmo conteúdo diferente para cada uma, como serviços que nada têm a ver uns com os outros. Dez páginas quase vazias são piores do que uma página completa, para quem visita e para o Google.
O site de uma empresa precisa de blogue?+
Só se alguém o for escrever de forma regular. Um blogue ativo traz visitas ao longo do tempo e é dos melhores investimentos que há. Um blogue com dois artigos de há três anos faz o contrário: dá a ideia de uma empresa que fechou. Se tens dúvidas, começa sem ele — acrescentar depois é fácil.
Quanto custa fazer um site com tudo isto incluído?+
Connosco são 300€, pagamento único, com tudo o que está nesta checklist: estrutura à medida do negócio, preços, contactos, galeria, páginas legais e otimização técnica. São 400€ se quiseres também a página de Google criada e otimizada. Não há mensalidade obrigatória; existe apenas um suporte opcional de 12€/mês para quem prefere ter as atualizações tratadas. Numa agência, o mesmo trabalho anda tipicamente entre os 800€ e os 2.500€, e a diferença está quase toda na estrutura que alguém tem de pagar.
Como sei se o meu site atual está a perder clientes?+
Faz o teste dos dez segundos com alguém de fora e vê se responde ao que fazes, quanto custa e como te contactar. Depois abre o site no telemóvel com a rede de dados e conta os segundos até ver alguma coisa. Se passar de três, já perdeste metade de quem lá chega. Por fim, procura o nome do teu negócio no Google: se não apareces na primeira página com o teu próprio nome, há trabalho básico por fazer.
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